
Um dos festivais mais importantes do mundo agitou a Inglaterra essa semana, o Reading Festival. Música. Muita música, muito rock em três dias lotados de bandas. Tinha quase mais banda se apresentando do que público assistindo aos shows. O mais legal foi que, assim como eu, pobres mortais subdesenvolvidos puderam conferir as apresentações ao vivo pelo streaming da BBC. Como vi bastante coisa boa nesses três dias (muita porcaria também, é verdade), decidi compartilhar algumas bandas interessantes que arrasaram. Não cito abaixo as óbvias, como Arcade Fire e Libertines, mas sim as “melhores bandas dos últimos tempos da última semana”.
Two Door Cinema Club – os caras arrastaram uma multidão para um palco secundário na sexta-feira. Som de primeira: rock com aquela pegada dançante que vem tomando parte da Inglaterra nos últimos anos. Tem alguns momentos mais calmos também. Vale a pena, sem pretensão de ser o novo Libertines ou Bloc Party. O show do Reading foi arrasador.
Kids in Glass Houses – dos shows que vi, foi a banda que levantou mais a platéia (tudo bem, Guns n Roses não conta eheheh). Também, o estilo ajuda: é rock de riff, de refrão forte e também tem lá sua veia dançante. Pega na mente fácil fácil.
The Cribs – a banda já é razoavelmente conhecida, até porque tem o gênio Johny Marr na guitarra. O acento musical britânico dessa geração fala alto no som do Cribs. Já vi comparação com Libertines, mas não vejo tanta semelhança. Cribs é mais denso.
Frank Turner – para mim foi uma grata surpresa. Não conhecia essa figura, que levanta uma platéia de milhares com seu simples violão. Mas, calma. Tem também toques mais rock e punk e o cara transforma isso num trabalho bem autoral. Vale baixar a discografia toda.
Um dos festivais mais importantes do mundo agitou a Inglaterra essa semana, o Reading Festival. Música. Muita música, muito rock em três dias lotados de bandas. Tinha quase mais banda se apresentando do que público assistindo aos shows. O mais legal foi que, assim como eu, pobres mortais subdesenvolvidos puderam conferir as apresentações ao vivo pelo streaming da BBC. Como vi bastante coisa boa nesses três dias (muita porcaria também, é verdade), decidi compartilhar algumas bandas interessantes que arrasaram. Não cito abaixo as óbvias, como Arcade Fire e Libertines, mas sim as “melhores bandas dos últimos tempos da última semana”.
Two Door Cinema Club – os caras arrastaram uma multidão para um palco secundário na sexta-feira. Som de primeira: rock com aquela pegada dançante que vem tomando parte da Inglaterra nos últimos anos. Tem alguns momentos mais calmos também. Vale a pena, sem pretensão de ser o novo Libertines ou Bloc Party. O show do Reading foi arrasador.
Kids in Glass Houses – dos shows que vi, foi a banda que levantou mais a platéia (tudo bem, Guns n Roses não conta eheheh). Também, o estilo ajuda: é rock de riff, de refrão forte e também tem lá sua veia dançante. Pega na mente fácil fácil.
The Cribs – a banda já é razoavelmente conhecida, até porque tem o gênio Johny Marr na guitarra. O acento musical britânico dessa geração fala alto no som do Cribs. Já vi comparação com Libertines, mas não vejo tanta semelhança. Cribs é mais denso.
Frank Turner – para mim foi uma grata surpresa. Não conhecia essa figura, que levanta uma platéia de milhares com seu simples violão. Mas, calma. Tem também toques mais rock e punk e o cara transforma isso num trabalho bem autoral. Vale baixar a discografia toda.
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Até quando vc vai insistir em ‘Libertines’ cara? Nunca serão!!