
Filmes em 3D já se tornaram o novo fetiche da indústria cinematográfica, principalmente quando pensamos na saúde financeira dos grandes estúdios. 3D é caro, se você já foi sabe. E para gravar 3D, é mais caro?
Bem, na maioria das vezes não. É que Hollywood é bem esperta. Vários filmes estão sendo improvisados para trê dimensões, o que compromete bastante o resultado final. A conversão é feita na pós-produção, um improviso meio tosco que visa transformar a obra fílmica numa coisa que ela definitivamente não é. O que ela é, na verdade, é um engano.
Avatar. Você já viu algo parecido com Avatar por aí? Estou falando do ponto de vista tecnológico, uma verdadeira obra-prima que foi pensada durante anos até se tornar a pérola que pudemos conferir há pouco tempo. Filmes convertidos, como “O Último Mestre do Ar”, “Fúria de Titãs” e “Alice” não foram originalmente concebidos par 3D e, por isso, apresentam a técnica apenas como recalque e estratégia de arrecadação. Somente isso. Alguns outros, obviamente, estão indo fundo no 3D, como Scorsese, que tá produzindo seu primeiro filme em 3D. Com certeza valerá a pena – afinal, ele é Scorsese.
Renato Silveira, do Cinematório, fez dois excelentes posts sobre o assunto (aqui e aqui). Não deixe de conferir.














Verdade, Rodrigo. Os três citados são enganações 3D. O Último mestre do ar tem apenas alguns efeitos interessantes na abertura, depois a gente até esquece que o filme é assim… Lamentável…
O problema nem é a conversão em si, mas a conversão sem sentido tipo desse “o último mestre do ar”. O Alice mesmo foi pensado em 3D, mas a galera achou mais “prático” converter depois. Cada caso é um caso. Mas que é bizarro ficar convertendo o filme só pra ganhar mais dinheiro isso é.