“um autoretrato da raça human em um dia”. Assim, de forma nada humilde, o diretor Kevin McDonald explica seu arrojado projeto, o filme “Life in a Day”. Ele é fruto de uma ideia bastante simples e com implementação ainda mais complicada, mas que parece que vem dando certo. McDonald convocou o mundo a enviar vídeos sobre o que fizeram num dia específico do ano, 24/7. Podia ser qualquer coisa, qualquer um, em qualquer indioma… Simplesmente tudo. Bastava gravar e enviar via youtube.
O resultado foram mais de 80 uploads e um material bruto de fazer ir à loucura qualquer diretor e editor, mas pelo menos seguiu o intuito do projeto. O diretor, responsável pelos bons filmes “O Último Rei da Escócia” e “Intrigas do Estado”, juntou-se a Ridley Scott (que aqui assume a produção) para tocar a empreitada. Agora, os dois estão preocupados em conseguir sons curiosos e “sem sentido”, tudo para formar uma trilha sonora única. Mais do que esperar um resultado final fantástico, o legal do “Life in a day” é o aspecto do crowdsoursing e a cultura colaborativa, dois temas bastante em voga nesse momento na internet. As pessoas querem compartilhar informação, conhecimento e, obviamente, querem se ver em produtos midiáticos que ajudaram a construir. Esse pode ser um caminho interessante para a indústria, mesmo que não única. Imagina que o filme tem 80 mil fiéis divulgadores, que vão espalhar o link do vídeo final aos quatro cantos da internet. Nesse caso, crowdsoursing = crowdmoney.
O canal do youtube é bem interessante. Vale o clique. Equanto o filme não fica pronto, dá para navegar por alguns vídeos já disponíveis, procurar por região, tag e até “humor” das filmagens. Tem ainda dicas de Mathew Herbert, o homem por trás da trilha de “Life in a Day”, que solicita encarecidamente ao público que envie sons do cotidiano, como aplauso, respiração etc etc. O que ele vai fazer com isso, bem, só quando o filme for lançado.
“Um autoretrato da raça human em um dia”. Assim, de forma nada humilde, o diretor Kevin McDonal explica seu arrojado projeto, o filme “Life in a Day”. Ele é fruto de uma ideia bastante simples e com implementação ainda mais complicada, mas que parece que vem dando certo. McDonald convocou o mundo a enviar vídeos sobre o que fizeram num dia específico do ano, 24/7. Podia ser qualquer coisa, qualquer um, em qualquer indioma… Simplesmente tudo. Bastava gravar e enviar via youtube.
O resultado foram mais de 80 mil uploads e um material bruto de fazer ir à loucura qualquer diretor e editor, mas pelo menos seguiu o intuito do projeto. O diretor, responsável pelos bons filmes “O Último Rei da Escócia” e “Intrigas do Estado”, juntou-se a Ridley Scott (que aqui assume a produção) para tocar a empreitada. Agora, os dois estão preocupados em conseguir sons curiosos e “sem sentido”, tudo para formar uma trilha sonora única. Mais do que esperar um resultado final fantástico, o legal do “Life in a day” é o aspecto do crowdsoursing e a cultura colaborativa, dois temas bastante em voga nesse momento na internet. As pessoas querem compartilhar informação, conhecimento e, obviamente, querem se ver em produtos midiáticos que ajudaram a construir. Esse pode ser um caminho interessante para a indústria, mesmo que não única. Imagina que o filme tem 80 mil fiéis divulgadores, que vão espalhar o link do vídeo final aos quatro cantos da internet. Nesse caso, crowdsoursing = crowdmoney.
O canal do youtube é bem interessante. Vale o clique. Equanto o filme não fica pronto, dá para navegar por alguns vídeos já disponíveis, procurar por região, tag e até “humor” das filmagens. Tem ainda dicas de Mathew Herbert, o homem por trás da trilha de “Life in a Day”, que solicita encarecidamente ao público que envie sons do cotidiano, como aplauso, respiração etc etc. O que ele vai fazer com isso… bem, só quando o filme for lançado. Estou curioso.
Editor do blog e apaixonado por música, cinema e cultura pop em geral. Para pagar as contas, é jornalista e pesquisador de comunicação, política e internet.
ah, mas esse filme vai ter muitos cortes, vai dar dor nas vistas, né?
Marcos
Você pode estar certo, mas eles também podem tentar criar uma história mais consistente a partir de alguns padrões. Veremos
Eu até pensei em participar, mas acabei desistindo.
Vamos ver no que vai dar…