Os 10 Melhores discos de 2010

Arcade Fire – The Suburbs
Já escrevi algumas linhas sobre esse discaço aqui, mas não custa nada repetir. “The Suburbs” é  outro petardo de rock, psicodelia e nostalgia. Aliás, esse último é o tema que costura todo o disco, que apresenta letras de raiz fincada na adolescência de Win Butler, no subúrbio, na rua, no bairro, na esquina… É possível, por exemplo, notar Bowie na maioria das canções (tá, essa referência é bem óbvia) ou Lou Reed, principalmente em “Month of May”. The Kinks tá lá, um pouco de Spiritualized e Radiohead e outras. A linha melódica de “Modern Man” é o que senão uma chupada intencionalmente sensacional de Peter Hook? Primeiro lugar sem pensar duas vezes.
Hot Chip – One Life Stand
Retrô, synth pop atualizado. Hot Chip faz parte da boa safra de revival que ainda permanece fazendo coisa boa, como One Life Stand.
Manic Street Preachers – Postcards From A Young Man
O glorioso grupo inglês não perdeu a mão em nenhum momento desse disco. Intenso e pop na medida que só eles sabem fazer.
Messias – Escrever-me Envelhecer-me Esquecer-me
Messias é um obstinado e fez um álbum repleto de participações e com uma coesão impressionante. Se fosse inglês seria o queridinho das publicações internacionais.
N.E.R.D. – Nothing
O super grupo de R&B, rap e rock comandado por Pharell vai fundo em suas influências sem perder o rumo das tendências. Ainda fizeram a grudenta “Hipnotize U”.
Nevilton – Pressuposto (EP)
Pressuposto é apenas um EP, mas tem a força de um álbum com “a” maiúsculo. Canções pop de primeira.
Janelle Monae – ArchAndroid
A nova queridinha da imprensa musical não decepciona, principalmente aos que ficaram no vácuo de Amy Winehouse. Imperdível.
The Drums – The Drums
Melodias simples e pés enfiados nos anos 80, um debut respeitável. Impossível não assobiar “Let´s Go Surfing”.
Two Door Cinema Club – Tourist History
Conheci ouvindo o show deles do Reading e não me decepcionei com o disco de estreia, cheio de boas referências inglesas. “Do You Want it All” é hit instantâneo.
Marcelo Jeneci – Feito pra Acabar
Simplicidade milimetricamente concebida. Coloca novamente o acordeom no mapa e faz um belo disco de música brasileira, do tipo que te faz questionar: como é possível classificar lixos como Maria Gadu e Ana Carolina como música brasileira? Marcelo Jeneci para as massas já!

10 – The Drums – The Drums

Melodias simples e pés enfiados nos anos 80, um debut respeitável. Impossível não assobiar “Let´s Go Surfing”.

9 – Messias – Escrever-me Envelhecer-me Esquecer-me

Messias é um obstinado e fez um álbum repleto de participações e com uma coesão impressionante. Se fosse inglês seria o queridinho das publicações internacionais.

8 - Two Door Cinema Club – Tourist History

Conheci ouvindo o show deles do Reading e não me decepcionei com o disco de estreia, cheio de boas referências inglesas. “Do You Want it All” é hit instantâneo.

7 – Nevilton – Pressuposto (EP)

Pressuposto é apenas um EP, mas tem a força de um álbum com “a” maiúsculo. Canções pop de primeira.

6 – Janelle Monae – ArchAndroid

A nova queridinha da imprensa musical não decepciona, principalmente aos que ficaram no vácuo de Amy Winehouse. Imperdível.

5 - N.E.R.D. – Nothing

O super grupo de R&B, rap e rock comandado por Pharell vai fundo em suas influências sem perder o rumo das tendências. Ainda fizeram a grudenta “Hipnotize U”

4 – Hot Chip – One Life Stand

Retrô, synth pop atualizado. Hot Chip faz parte da boa safra de revival que ainda permanece fazendo coisa boa, como One Life Stand.

3 – Manic Street Preachers – Postcards From A Young Man

O glorioso grupo inglês não perdeu a mão em nenhum momento desse disco. Intenso e pop na medida que só eles sabem fazer.

2 – Marcelo Jeneci – Feito pra Acabar

Simplicidade milimetricamente concebida. Coloca novamente o acordeom no mapa e faz um belo disco de música brasileira, do tipo que te faz questionar: como é possível classificar lixos como Maria Gadu e Ana Carolina como música brasileira? Marcelo Jeneci para as massas já!

1 – Arcade Fire – The Suburbs

Já escrevi algumas linhas sobre esse discaço aqui, mas não custa nada repetir. “The Suburbs” é  outro petardo de rock, psicodelia e nostalgia. Aliás, esse último é o tema que costura todo o disco, que apresenta letras de raiz fincada na adolescência de Win Butler, no subúrbio, na rua, no bairro, na esquina… É possível, por exemplo, notar Bowie na maioria das canções (tá, essa referência é bem óbvia) ou Lou Reed, principalmente em “Month of May”. The Kinks tá lá, um pouco de Spiritualized e Radiohead e outras. A linha melódica de “Modern Man” é o que senão uma chupada intencionalmente sensacional de Peter Hook? Primeiro lugar sem pensar duas vezes.

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About Rodrigo Carreiro

Editor do blog e apaixonado por música, cinema e cultura pop em geral. Para pagar as contas, é jornalista e pesquisador de comunicação, política e internet.