
10 – Whatever’s On Your Mind, por Gomez
O grupo não é tão conhecido por essas bandas, mas vale conferir pelas boas pérolas pop com pitadas de alternative. Nesse disco, pende mais para as melodias assobiáveis, mas nem por isso descartável.
9 – Ashes & Fire, por Ryan Adams
A nova velha salvação do folk americano, Ryan é o típico esquizofrênico musical – até disco de metal ele já gravou. Mas em Ashes & Fire ele mostra porque é um compositor e tanto, trilhando com desenvoltura o caminho dos violões de boas melodias e letras.
8 – The King of Limbs, por Radiohead
Como desconsiderar um disco do Radiohead? A primeira impressão é péssima, mas depois o disco vai crescendo e… pronto! Você é fisgado por músicas como “Lotus Flower” e “Little By Little” e tudo faz sentido.
7 – Mine Is Yours, por Cold War Kids
A banda liderada por Nathan Willet já tinha lançada um ótimo disco de estreia, mas patinou na sequência. Mine is Yours é o terceiro dos caras e tem uma intensidade e urgência nas melodias que casa muito bem com todo o resto simples e direto.
6 – Noel Gallagher’s High Flying Birds, por Noel Gallagher’s High Flying Birds
Ele demorou um pouco mais que o irmão briguento, mas valeu a espera. Grande compêndido de rock e pop, sem pressa e recheado de hits que enchem a sua cabeça logo de cara. Não dá para passar em branco com Noel – e nesse caso é no bom sentido.
5 – Velociraptor!, por Kasabian
Quando você acha que o Kasabian está por fora… Petardo rock dançante de primeira, sem rodeios ou maneirismos. Os caras apostam alto nas guitarras e no balanço, mas o resultado vai longe do convencional.

4 – Suck and See, por Arctic Monkeys
A idade chegou? Pode até ser, mas ela fez um bem danado a Alex Turner e companhia. As melodias são cuidadosamente buriladas, na maior tranquilidade e sem deixar que a chama do rock se apague.
3 – El Camino, por Black Keys
A intensidade das guitarras e da bateria do Black Keys fazem qualquer um balançar a perna para acompanhar a melodia. Quando não é o caso de sair dançando por aí. Discão de rock, rápido, cru e direto para ouvidos dos mais variados.
2 – What Did You Expect From The Vaccines?, por The Vaccines
Uma mistura tão simples e eficaz de Ramones e Jesus And Mary Chain, o Vaccines rompeu o ceú da música pop em 2011 como se fosse a última salvação do rock. Quem se importa se é verdade? Como disse aqui “oVaccines não vai salvar o rock, mas tenho certeza que vai abalar seu fim de semana. Já é grande coisa”.
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"Seriously? Foo Fighters?"
1 – Wasting Light, por Foo Foghters
Se alguém me dissesse “me indique uma banda de rock”, com certeza eu diria Foo Fighters. E ainda indicaria Wasting Light, para ouvir bem alto em qualquer situação. É impossível enquadrar esse disco num sub-gênero do rock, pois Dave Ghrol e banda armaram o circo de três guitarras (no talo) para cravar de vez o que é rock ‘n roll.
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Xará,
Você só ouve música em inglês ou não ouve nada em português? Não teve nenhum álbum brazuca que você tenha gostado? Você deveria morar nos states. Cadê Marisa Monte? Seu Jorge? Pitty e seu maravilhos Agridoce? Você é daqueles que só dá valor aos gringos, né?
De forma alguma, meu caro. Marcelo Camelo e Romulo Froes entrariam nessa lista, mas eu preferi guardá-los para uma outra lista de discos nacionais. Aliás, em 2010 eu elegi três brasileiros entre os top 10 e em 2009 foram dois – sendo que Romulo Froes encabeçou a lista.
Então, seria mais prudente você colocar no título: Os melhores discos INTERNACIONAIS de 2011. Estou no aguardo então da sua lista de álbuns nacionais.
Abraço.
Gosto bastante do 1º álbum do Cold War Kids, mas o 2º é muito chato – tão chato que eu até me esqueci da banda. Agora me animei a dar uma chance para ouvir esse da sua lista.
E sobre Radiohead: se a minha primeira impressão é péssima, raramente (a.k.a. nunca) a minha segunda vai ser, sei lá, ótima rs!
Concordo com as primeiras posições e dessa lista não conheço 2 discos e não gosto do novo do Radiohead.
Pra mim continua chato e insuportável hehehe