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7 de setembro é dia do cinema e da música nacional

7, setembro, 2009 admin 3 comentários

Para comemorar o dia 7 de setembro, importante data no nosso calendário anual de feriados cívicos, o Café com Pop preparou uma lista diferente. Coloquei abaixo 5 artistas e 5 filmes brasileiros que não são os melhores de todos os tempos, mas que tem sua importância reconhecida nos últimos anos. São bandas e artistas que vem dando uma nova cara à música brasileira e mais 5 filmes recentes que passeiam por diversos estilos e que provam a qualidade do cinema nacional. Divirta-se!

Música:

Rômulo Fróes – O artista paulista é um cara multi-facetado: já foi taxado de arauto do novo samba e de indie ao mesmo tempo. Nem uma coisa nem outra. Rômulo Fróes é um cantor e compositor que prima pelas melodias disformes e acordes dissonantes, pelas letras gigantes (“Anjo”) e pela doçura de seus embalos. O resultado é um som autenticamente brasileiro, sem que isso soe de forma antiquada ou nostálgica. Seu mais recente trabalho é “No Chão Sem o Chão” (2009).

Céu – A cantora surgiu no cenário brasileiro com a bela e sarcástica “Lenda”, mas é com seu novo disco, Vagarosa (2009), que ela toma lugar no novíssimo som da música brasileira. Céu mistura samba com programação eletrônica, swing com depressão e minimalismo com sofisticação. Tudo isso com uma voz inconfundível e participações sempre no ponto.

Mombojó – Esses já são velhos conhecidos do indie/rock nacional. Desde 2003 que figuram como um grande nome da música brasileira, costurando uma teia musical que vai do dub jamaicano, passando pelo samba de raiz, e chegando até o rock de guitarras altas. É uma mistura que dá certo porque é feita da maneira mais natural possível, transformando os garotos de Pernambuco num nome de respeito no cenário da música brasileira.

Wado – O cantor “alagoano” já batalha há quase 10 anos na carreira solo, sempre com uma música única que funde samba, psicodelia e sonoridades brasileiras. Dá até pra achar, em alguns momentos, que estamos ouvindo músicas dos idos da década de 70, mas não. Estamos é diante de um cara inventivo e sagaz na sua composição musical, que tem ainda na prateleira sonora muito de mutantes e outros sons regionais. Seu mais recente trabalho é “Atlântico Negro” (2009).

Curumin – Esse é um artista que você já leu aqui e que também consegue costurar referências diversas numa sonoridade única. Curumin é cantor e compositor paulista, mestre em samba e também em programação eletrônica, com músicas igualmente dissonantes e atraentes. Seu mais recente trabalho é Japan Pop Show (2008).

Cinema:

Narradores de javé – Esse talvez seja um dos melhores filmes nacionais de todos os tempos – e, não, não é exagero. O filme conta a história de uma cidade do interior do Brasil que está prestes a ser engolida por uma represa e a única coisa que pode salvá-la é o tombamento como patrimônio histórico. A partir daí, os moradores se mobilizam para escrever um livro com as histórias fantásticas da cidade com o sonho de salvar a amada Javé. Pode parecer muito sério o enredo, mas o longa é uma comédia de rolar de rir, sem precisar ser idiota ou apelativa, apenas se ancorando no talento dos atores e na magnífica e impressionante atuação de José Dummont, vivendo o gracioso Antônio Biá.

Cinema, Aspirinas e Urubus – O filme teve um grande percurso em festivais pelo mundo e prova que o brasileiro sabe contar sua própria história. Dessa vez, pega a carona de um alemão que, em plena guerra mundial, visita o interior do Brasil para vender as novíssimas aspirinas. No caminho encontra figuras emblemáticas e enfrenta situações que fazem com que ele redescubra a si próprio. As imagens são fortes e belas, muito bem filmadas e com um toque de sensibilidade à toda prova. Destaque para a atuação de João Miguel, extraordinário ator baiano.

Cidade Baixa – Nesse filme, não existem apenas dois atores principais (Lázaro Ramos e Wagner Moura), e sim três: a própria Cidade Baixa, região de Salvador, é um importante fator de mudança pessoal do outros protagonistas, exercendo uma forte influência nas decisões de ambos. Combinado a isso, uma história simples e tocante que ainda conta com a boa participação de Alice Braga como uma sensual prostituta, alvo de desejo de dois amigos.

Estômago – Esse é um filme que está aqui por ser uma comédia inteligente, longe das recentes baboseiras nacionais. A história é curiosa e imensamente divertida, com atuações belíssimas de João Miguel e Fabíula Nascimento, numa dobradinha que rende lágrimas e risos na mesma proporção. A história do retirante nordestino que chega à cidade grande em busca de emprego e vira chef de cozinha, tem um fim trágico e ao mesmo tempo natural. É obrigatório.

O Cheiro do Ralo – Para dar um panorama geral do cinema nacional recente, não poderia faltar um filme insano, esquizofrênico e divertido como esse. A atuação de Selton Melo salta aos olhos, tanto do público, como dos próprios personagens do filme, numa história que mistura psicologia com determinismo urbano de maneira única e etérea.

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Top 10 – As melhores trilogias do cinema

11, agosto, 2009 admin 31 comentários

10 – Matrix
No final da década de 90, fomos apresentados a uma série inovadora, tanto na técnica de filmagem, quanto na história. Mais do que uma revisão do gênero de ficção científica, Matrix aprofundou questões filosóficas e históricas numa narrativa bem construída e instigante, além, é claro, de definir o que seria “efeitos especiais” dali pra frente. Filmes: Matrix, Matrix Reloaded e Matrix Revolutions

9 – Trilogia da Morte
Essa é composta por filmes dirigidos por Alejandro González Iñárritu e escritos por Guillermo Arriaga: “Amores Brutos” (2000), “21 Gramas” (2003) e “Babel” (2006). A trilogia tem no número 3 um importante ponto chave de análise: são sempre 3 histórias diferentes que se cruzam pela morte. Esse elo faz com que personagens diferentes sejam jogadas num mesmo mundo de dor, paixão, medos e desilusões, mas sem nunca deixar que as histórias caiam na mesmice e na obscuridade. São análises fortes sobre a relação do ser humano com a morte.

8 – Trilogia Bourne
Para muitos, os três filmes do atormentado Jason Bourne são os herdeiros legítimos de 007. É um pouco verdade, já que a série cumpre bem o papel de ação e policial, mas sem descuidar de uma história fantástica e atuações belíssimas de Matt Damon. Isso sem contar cenas de ação de tirar o fôlego (sem ser mentirosas) e um jogo de poder e redenção muito forte. Filmes: A Identidade Bourne, Supremacia Bourne e Ultimato Bourne.

7 – Trilogia dos Dólares
Gostando ou não de Faroestes (ou Westerns), é impossível ignorar os filmes de Sergio Leone. Com histórias bem construídas e personagens fascinantes, esses três filmes marcaram época e moldaram um estilo que nunca cai no esquecimento. Filmes: Por um Punhado de Dólares, Por uns Dólares a Mais, Três Homens em Conflito.

6 – Trilogia da Vingança
Composta por três filmes igualmente fortes e inovadores, a Trilogia da Vingança foi comandada pelo mestre sul-coreano Park Chan-Wook. Com muita luta, realismo emocional e cultura pop, os filmes nos levam a um mundo sombrio e enigmático, ao mesmo tempo em que analisam o ser humano em sua busca por redenção e vingança. Filmes: “Mr. Vingança”, “OldBoy” e “Lady Vingança”.

5 – De Volta Para o Futuro
Muita gente sonhou em viajar junto com Dr. Brown e McFly na Delorean e conhecer o mundo através dos tempos. Essa é indiscutivelmente uma das histórias que mais despertaram a curiosidade do público, além de demonstrar a competência de Zemeckis na direção e uma trilogia com fôlego de sobra pra ser lembrada até hoje.

4 – Senhor dos Anéis
Mais uma trilogia de nerds, em “Senhor dos Anéis” Peter Jackson levou às telas de cinema uma história que poucos acreditavam que daria certo. E deu. O mundo mágico da Terra Média (“A Sociedade do Anel”, “As Duas Torres” e “O Retorno do Rei”) cativou muita gente, inclusive quem não era fã da série de livros, apresentando ao mundo a melhor adaptação de todos os tempos de um livro para o cinema.

3 – Indiana Jones*
Quem nunca sonhou em ser um arqueólogo? Depois de ver Indiana Jones em suas aventuras pelo mundo era impossível sonhar com outra profissão. Spielberg mais uma vez demonstra sua genialidade em criar aventuras sufocantes, personagens ricos e cenas de ação que nenhum outro cineasta é capaz de filmar. Filmes: Os Caçadores da Arca Perdida, Templo da Perdição e A Última Cruzada.
*os três filmes citados são tão importantes e emblemáticos para a história recente do cinema que resolvi ignorar SUMARIAMENTE o quarto episódio da série, uma bobagem imbecil sem precedentes.

2 – Star Wars
Essa é uma franquia que já teve duas trilogias, mas a que se destaca mesmo é a primeira, que começa em 1977 com “Uma Nova Esperança”, passa em 80 por “Império Contra-Ataca” e termina em 83 com “O Retorno do Jedi”. Os três filmes moldaram, juntamente com outros thrillers de Spielberg, o que seria os próximos anos do cinema hollywoodiano, com muita ação, efeitos especiais e mundos fantásticos. A curiosidade é que esses três filmes são, na verdade, os 3 últimos da série, mas foram apresentados antes dos 3 primeiros.

1 – O Poderoso Chefão

Se já é difícil falar em cinema e não lembrar de “O Poderoso Chefão”, imagina quando o assunto é trilogia. Coppola criou quase um mundo à parte (os filme são divididos em parte I, II e III), com ambientes bem definidos, personagens extraordinários e ação indiscutivelmente na hora e no lugar certo. O intricado roteiro nos leva a uma história que combina família e relações de poder, ao mesmo tempo em que faz um apanhado histórico de parte da história americana do século XX.

Especial Dia Mundial do Rock – Top 10 filmes mais Rock n Roll de todos os tempos

13, julho, 2009 admin 25 comentários

Dia 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock em todo mundo, numa alusão ao gigantesco festival Live Aid, que rolou em 1985. A data já está oficialmente no calendário musical do mundo e, claro, não poderia ficar de fora aqui do Café Com Pop. Em homenagem, preparei uma lista especial de filmes sobre rock que vai te guiar pelo mundo do estilo, passando por diversas fases desse estilo que conquistou o mundo há pelo menos cinco décadas. É coisa fina!

10 – The Wonders: o Sonho Não Acabou (1996)
Lançado em 96, levou ao público as lindas pernas de Liv Tyler e o talento dramático de Tom Hanks, num filme que misturou muita emoção na ascensão e queda de uma banda de rock. A banda fictícia, The Wonders, fez sucesso mundial com a grudenda “That Thing You Do”.

9 – Não Estou Lá (2007)
O filme conta, meio ficcional e meio real, de forma sucinta e direta a história de um dos maiores mitos do rock, Bob Dylan. O charme do filme está nas interpretações impecáveis de nomes como Cate Blanchet, Heath Ledger, Cristian Bale, Richard Gere, Juliane Moore e outros. Todos interpretando Dylan. Fantástico!

8 – Tommy (1975)
A ópera-rock do The Who virou um filme cheio de petardos rock n roll e um show de interpretação do elenco, em que Ann Margaret levou pra casa o Globo de Ouro de melhor atriz. Na história, o atormentado garoto Tommy vira uma espécie de “messias” de um culto religioso. A trilha, não precisa nem dizer, é pra ouvir no último volume.

7 – The Wall (1982)
A obra-prima do Pink Floyd, mais precisamente Roger Waters, virou um grandioso filme com uma trilha precisa e uma história bem trabalhada. Bob Geldof (ele mesmo, do Live Aid) interpreta Pink, o jovem rock star que vive uma trajetória conturbada numa sociedade mais conturbada ainda.

6 – Singles: Vida de Solteiro (1992)
Quem dirige essa história pop cosmopolita é Cameron Crowe, um grande diretor que nesse filme leva às telas a história de um grupo de jovens procurando um sentido para a vida em meio a uma Seattle exalando rock e grunge por todos os poros.

5 – Gimme Shelter (1970)
O filme é um registro cru e real da primeira turnê americana dos Rolling Stones, uma coleção de histórias fantásticas de uma das maiores bandas de rock n roll de todos os tempos. Tem, inclusive, o momento trágico de um show em 1969 em que um grupo de seguranças barras-pesadas (Hell´s Angels) detonou a apresentação, matando uma pessoa e ferindo outras tantas.

4 – Hard Day´s Night ou Os Reis do Iê Iê Iê (1964)
Esse é um filme simples e direto que mostra sem rodeios momentos de histeria e fanatismo pop ao mito que um dia foi os Beatles. As músicas mostram os Fab 4 num momento sublime.

3 – 24 Hour Party People ou A Festa Nunca Termina (2002)
Esse é um registro fiel à cena de rock de Manchester na virada da década de 70 para 80, mostrando a trajetória de bandas igualmente boas e distintas. Para quem curte rock inglês, não poderia ser melhor, já que podemos acompanhar bandas como Stone Roses, Smiths, Happy Mondays, Joy Division e tantas outras.

2 – The Doors (1991)
A incrível história de Jim Morrison foi levada às telas pelo polêmico Oliver Stone, mas quem realmente rouba a cena é Val Kilmer. O ator interpreta Morrison com uma intensidade e verossimilhança poucas vezes vistas na história do cinema. O filme traça um panorama fiel e trágico do mito que foi o líder do Doors, além de trazer roteiro e direção de primeira linha. É pra pular e chorar.

1 – Quase Famosos (2000)
É impossível assistir a Quase Famosos e ficar imune ao clima rock do filme. Mais uma vez Cameron Crowe leva para as telonas uma história incrível, misturando drama com muita música. Aqui, é a vez da banda fictícia Stillwater ser acompanhada em turnê pelo jovem Willian Muller, contratado da revista Rolling Stone para escrever uma matéria com os caras. Nesse caminho, muito sexo, drogas, conflitos, amores, descobertas e, claro, muito rock n roll. A trilha é simplesmente fantástica e conta com, além da própria Stillwater, nomes como Led Zepellin, Elton John, Nancy Wilson, The Who, David Bowie, Lynyrd Skynyrd e muitos outros. É rock pros olhos! Veja.

Lady Gaga e o receituário pop: como ser ídolo em 10 passos

23, junho, 2009 admin 16 comentários

Já faz mais de um ano que Lady Gaga estreou oficialmente nos palcos e nas pistas de dança do mundo. Lançou seu primeiro disco, “The Fame”, em abril de 2008, mas somente em janeiro do ano seguinte conseguiu que seu single, “Just Dance”, alcançasse o número 1 das paradas mundiais. Demorou muito? Que nada.

Nesse tempo “todo”, Lady Gaga já coleciona uma infinidade de fatos que a colocam como a cantora pop mais falada do momento, sejam esses aspectos musicais ou não. Fatos externos, aliás, que ela contabiliza de maneira audaz e parece não se preocupar com suas conseqüências. No receituário pop, vale de tudo, e é isso que a cantora está atrás. Tudo bem, ela tem um inegável talento, cantando bem na maioria das músicas e sendo esperta o bastante para se rodear dos melhores produtores e músicos que tem à disposição. Isso não é demérito, pelo contrário, é uma maneira de potencializar seu próprio talento e fazer com que sua voz chegue a todos os ouvidos.

E assim vai Lady Gaga, essa americana de descendência italiana de Nova York que se inspirou numa música do Queen (“Radio Ga Ga”) para nomear a si própria. E que, mais do ninguém hoje na música pop, consegue equacionar a música que faz com o ambiente pop em que vive. Esse mundo é cruel para quem não sabe lidar, para quem realmente leva a sério o TMZ e outras publicações de fofoca e entretenimento barato dos EUA. Ela não. Brincar com tudo isso faz parte do momento.

No entanto, como nem tudo são flores, o problema dessa geração talvez seja a pressa. Pressa de ser logo a primeira em tudo no mínimo tempo possível. E Lady Gaga está indo para esse caminho. A maior ídolo pop de todos os tempos, Madonna, demorou 25 anos (ou mais) para conseguir juntar em seu currículo uma ficha corrida de feitos musicais e não-musicais: canções estouradas, casamentos fracassados, mais canções estouradas, polêmica sexual, choque pelo visual, problemas com a mídia, casamento com a mídia, mais hits estourados…. Tudo isso com muito suor, pop e cerveja, é claro.

Depois de Madonna, qualquer cantora pop que queira notoriedade vai ter que fazer muito mais do que uma pá de músicas de sucesso e rebolar seu corpo escultural em frente às câmeras. Isso é fato.

Baseado no sucesso de Lady Gaga, o Café com Pop preparou uma lista especial para quem quer seguir os passos da cantora.

Como ser ídolo pop em 10 passos

Parcerias com grandes cantores/produtores – junte no disco a nata da música pop do momento. Eles nem precisam ser bons, precisam apenas estar nas paradas de sucesso e figurar em capas de revistas especializadas em fofocas.

Ascensão meteórica – esteja preparada para ter uma ascensão meteórica, já que seu disco, bem produzido, vai cair nas mãos certas na hora certa.

Visual diferente – Prepare um visual que choque, mesmo que seja feio de doer. O importante é que falem de você.

Letras de duplo sentido – as letras são parte importante, desde que falem de temas polêmicos ou então primem pelo duplo sentido.

Hit instantâneo – seguindo esses primeiros passos, com certeza um hit ao menos fará um sucesso estrondoso. A recomendação é que seja a primeira música do CD, pra quem ninguém tenha trabalho de procurar.

Não se preocupe com o restante do disco – fique tranqüila, pois seus amigos produtores farão 30% do disco bombarem nas pistas de dança do mundo todo. Serão hits de sucesso. O restante do disco, os outros 70%, é apenas pra encher lingüiça.

Clipes libidinosos – Essa parte é importante. Você tem que fazer clipes que, além de mostrar você e suas dançarinas semi-nuas, mosrte algo “especial” a seu respeito. Resumindo: seja libidinosa.

Polêmica sexual – você precisa de uma polêmica sexual. Vire lésbica, bissexual, ataque o marido de outra cantora pop ou tente desvirginar um garotinho. O importante é envolver sexo com polêmica.

A mídia nas mãos – seja amiga da mídia, mas somente daquelas publicações que interessam. Não falte a uma entrevista, responda o que perguntarem e não se esqueça – NUNCA – de deixar respostas no ar. É o prato cheio para polêmicas, ótimas para encher manchetes e alavancar a carreira.

Comparação com ídolos do passado – essa é uma parte importantíssima. Não espere que a mídia te compare a ídolos do passado. Simplesmente adote no seu nome (ou em alguma música, no próprio CD) algo que remeta a um grande artista do passado, além, é claro, de sempre citar outros ídolos em entrevistas. A mídia preguiçosa vai logo te comparar com eles, mesmo que não tem nada a ver.

Especial Dia Dos Namorados – Cinema e música pra você curtir o Dia especial

12, junho, 2009 admin 9 comentários

O Café Com Pop preparou um guia especial com 5 filmes e 5 músicas para você curtir o Dia Dos Namorados. Não basta dar um presentinho legal, um cartãozinho romântico. Tem que curtir junto!

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FILMES

Brilho Eterno de Uma Mente sem Lembranças (2004)
Indiscutivelmente um dos melhores filmes dessa década, “Brilho Eterno…” tem parte da sua história amarrada pelo dia dos namorados, mas também é fascinante por contar uma bela história de amor, ao mesmo tempo em que cria uma teia intrigante entre os personagens. O final é histórico.

Vicky Cristina Barcelona (2008)
Recente sucesso de Woody Allen, esse filme traz à tona diversas dicussões interessantes sobre o amor, paixão, traição e casamento. Tudo, obviamente, com bom humor. Uma ótima opção para rir, divertir-se e namorar, é claro.

Harry & Sally (1989)
É um exemplar bem leve e que com certeza vai cativar corações masculinos e femininos. A história é simples e banal, mas contada de maneira fluida e com cenários urbanos belíssimos. Uma ótima pauta de discussão das diferenças entre homem e mulher.

A dama e o vagabundo (1955)
Essa é uma ótima opção para aquele casal que tem filhos, pois a animação vale tanto para os casais quanto para as crianças. A bela história de amor encanta todas as idades e é bem emocionante. Boa diversão.

Antes do pôr do sol / Antes do amanhecer (2004)
Se você quiser aliar história de amor com um filme mais denso (nem tanto), então veja esses dois. Coloquei junto porque um é continuação do outro e eles se completam, formando uma fascinante teia de discussões e aproximação entre personagens que vai encontrar apoio em belos cenários europeus. Altamente recomendados.

MÚSICAS


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Beatles – Saw her standing there
Beatles é a banda de todos os tempos e de todos os momentos. Para curtir seu amor, eles têm várias canções que podem embalar o namoro. Vá de “Saw Her Standing There”, uma música que alia o agito com o romantismo.

Marvin Gaye – Let´s Get It On
Gaye dispensa apresentações. Essa canção vai embalar corações mais apaixonados, além de criar um clima gostoso para um “rala e rola”.

Coldplay – Shiver
Shiver é daquelas músicas que lhe encantam na primeira audição e que servem perfeitamente para se declarar sem medo de ser feliz.

Rolling Stones – Let´s spend the night together
Stones também é amor! E sexo, é claro. Essa é pra convidar seu amor para momentos mais tórridos e curtir o agito ao mesmo tempo.

Elvis Presley – Love me tender
É o rei? Sim, ele mesmo. A suavidade da canção aliada à intensidade de sua voz pode render bons momentos para você e seu amor.

Entenda ‘Kind of Blue’, o maior disco de jazz de todos os tempos

29, maio, 2009 admin 8 comentários

Esse ano o disco “Kind of Blue”, do mestre do jazz Miles Davis, completa 50 anos. Isso você já leu e ouviu em tudo quanto é lugar, mas você sabe realmente quem foi Miles Davis? E o disco “Kind of Blue” realmente é uma obra-prima ou mais uma daquelas obras “pra crítico ouvir”?

Perguntas pertinentes, já que consumir e entender jazz é muito complicado – e isso até os próprios músicos e críticos admitem. Mas não fique tão preocupado, porque o Café com Pop preparou um pequeno guia para você entender esse disco, entender esse mito e, muito mais, poder de fato ouvir o som do cara com outros ouvidos. “Kind of Blue” é sim definitivamente uma obra-prima da música no século XX, repleto de solos magistrais, sentimento à flor da pele, intensidade e muito improviso. Siga abaixo e não reclame mais quando alguém citar Miles Davis. Agora você já sabe alguma coisa.

1 – A banda dos sonhos
Já disseram que um grande time de futebol começa pelo goleiro, e no caso do jazz uma grande banda começa com todos os músicos excelentes. Não basta um ou outro bom; todos têm que estar afiadíssimos. É por isso que Davis reuniu nesse disco o fino de sua geração. É possível que ninguém à época fosse melhor que essa turma: John Coltrane (sax tenor), Bill Evans (piano), Julian “Cannonball” Addlerley (sax alto), Wynton Kelly (piano), Paul Chambers (baixo) e Jimmy Cobb (bateria), além é claro do próprio Miles no trompete. Com esse time, o jogo já começava ganho.

2 – A consolidação do improviso
Já te disseram que jazz é puro improviso? Pois é, esse culto ao improviso do ritmo começou aqui, com Miles Davis. O trompetista colocou na mesa do estúdio apenas algumas folhas com anotações e notas e se posicionou na cadeira. O resto é história.

3 – O jazz é para todos
Se alguém ainda acha que jazz é coisa de rico refinado, então saiba que está redondamente enganado. Jazz é para qualquer um, e esse disco prova isso. Além de ter canções memoráveis (com acordes que perfeitamente dialogam entre si), “Kind of Blue” também influenciou outra grande quantidade de músicos pelo mundo, inclusive no Brasil. A bossa nova nada mais é do que o toque brasileiro ao estilo de Miles Davis e outros, em que João Gilberto & Cia. deram nova roupagem ao jazz, acrescentando o violão. O samba? Sim, a origem rítmica do jazz é a mesma do samba: a África, só que nós desenvolvemos o batuque e o molejo e eles a cadência e o improviso requintado.

4 – Miles Davis: um monstro
É comum as pessoas se referirem a Miles Davis como monstro, alcunha dada aos grandes mestres em diversas áreas artísticas. Em “Kind of Blue”, essa máxima chegou ao seu pico, quando então o trompetista se consolidou como um dos maiores instrumentistas do século XX.

5 – Um dos melhores discos de todos os tempos
Gosto é gosto, mas “Kind of Blue” é considerado por gente do mundo todo como um dos maiores discos de todos os tempos. E de todos os estilos. Não sou eu quem diz; a Rolling Stone já disse, a revista Time também e muitos outros. E o legado que Miles Davis deixou é a maior prova disso.

Top 10 músicas para pegar a estrada

22, maio, 2009 admin 11 comentários

É uma lista que contempla o melhor da música para servir como trilha para você pegar a estrada, encher a mocilha de coragem e seguir sem destino. No player do sidebar você pode conferir todas elas e ainda mais cinco faixas-bônus

10 – Neil Young – Heart Of Gold
Pode parecer um pouco melancólica, mas afinal, qual viagem não bate lá uma pontinha de melancolia? Heart Of Gold é perfeita também para um momento mais solitário, anoitecendo e com uma chuva fina batendo no pára-brisa.

9 – The Doors – Roadhouse Blues
O início da letra já diz tudo: “keep your eyes on the road / and you hands upon the wheel”. A levada ajuda e a letra é excelente para um momento sing-a-long com várias pessoas bêbadas à beira da estrada esperando o sol raiar.

8 – Eddie Vedder – Far Behind
Essa música faz parted a trilha sonora do espetacular “Na Natureza Selvagem”, o filme que mexe com aquele sentimento que todo ser humano um dia já sentiu ou ainda vai sentir: fuga. Essa canção traduz perfeitamente isso.

7 – Jason Mraz – I´m Yours

É uma música de amor, é verdade, mas é perfeita para o momento mais relax da viagem, além de cair muito bem numa roda de violão à beira da praia. Quem for ver o mar, I´m Yours é uma boa pedida.

6 – Beatles – Day Tripper
Os reis do ié-ié-ié também fizeram um belo exemplar de música para pegar a estrada, e essa aqui é especial para começar a viagem. O momento de pegar o ritmo, ajeitar o som, o retrovisor e seguir viagem sem preocupação.

5 – Lynyrd Skynyrd – Sweet Home Alabama
Ora, quem sai pra estrada sempre tem a vontade de voltar um dia, e é isso que essa música clássica celebra: o bom filho a casa torna. É perfeita para dar o tom da volta.

4 – Steppenwolf – Born To Be Wild
É a celebração total e absoluta de sentir o vento no rosto, rodar sem destino e sempre procurando se divertir. A letra fala em “Take the world in a love embrace” e “Like a true nature’s child”. Um verdadeiro petardo rock n roll!

3 – Cascadura – Nicarágua
Essa música tem uma levada safada, típica de quem liga o som no máximo e segue sem rumo pelas rodovias da vida. A letra ainda faz menção a uma bela viagem pela América Central, fazendo referência a um amor deixado para trás: “E quando eu chegar a Nicarágua / mando um cartão postal pra ela”. Romântico!

2 – Supergrass – Sun Hits The Sky
Com uma pegada firme que não deixa nada em pé, essa música do Supergrass avisa logo de cara: “I know a place where the sun hits the sky”. E quem não quer conhecer um lugar desses? A graça é ir tentando e quanto mais demorar, melhor ainda. Sobe o som e deixa rolar!

1 – Bruce Springsteen – Born To Run

Born To Run é um hino para qualquer pessoa que um dia queira verdadeiramente botar o pé na estrada, sem compromissos com nada, simplesmente por querer sentir a liberdade plena. A pegada, a voz de Springsteen e a letra da música são pura inspiração. Ta esperando o quê?

Clique aqui e vá direto ao player com todas as 10 músicas e mais cinco bônus.

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Top 10 – Os maiores Gangsters do cinema

4, maio, 2009 admin 14 comentários

Uma lista difícil de fazer, mas que vai gerar excelentes discussões. Mais uma vez: a polêmica é serventia da casa.

10 – Bonnie & Clyde (Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas) – Faye Dunaway e Warren Beatty

Outra dupla clássica do cinema. Alguns podem dizer que não são exatamente gangsters, mas tem seu lugar cravado aqui na lista por conseguir realizar uma diversidade incrível de assaltos e ter uma química impressionante. Além, é claro, do filme ser um clássico inquestionável.

9 – Frank Costello (Os Infiltrados) – Jack Nicholson

Um manipulador. Jack Nicholson conseguiu criar um personagem extremamente sagaz e com um poder de manipulação incrível. Com ele o papo era sério e muita gente sofreu, mesmo os da sua família. Nicholson fez um exemplar moderno de gangster e por isso ele está aqui na lista.

8 – Frank Lucas (O Gangster) – Denzel Washington

O personagem do subestimado “O Gangster” (2007) é implacável como um bom gangster deve ser e, diferente de muitos, é um empreendedor nato. O filme dirigido por Ridley Scott faz referência a outros do gênero (“Poderoso Chefão” e “Os Bons Companheiros”) e Frank Lucas, além de ser o único gangster negro do cinema, é um exímio exemplar do gênero.

7 – Vicent Vega e Jules Winnifield (Pulp Fiction) – John Travolta e Samuel L. Jackson

Os dois não tinham preconceito com missões. Abusavam dos diálogos intrigantes (típicos dos filmes de Quentin Tarantino) e seguiam os mais diversos caminhos, sempre implacáveis e sem medo e clemência por ninguém.

6 – Dadinho/Zé Pequeno (Cidade de Deus) – Leandro Firmino

Dadinho não é um gangster? Quem disse? Dono de uma personalidade forte e uma capacidade incrível de matar e fazer crescer seu negócio, Dadinho/Zé Pequeno montou uma intricada empresa do narcotráfico responsável pela distribuição de drogas no Rio de Janeiro. Matou, mandou matar, lutou, enriqueceu, morreu… É o verdadeiro gangster do terceiro mundo.

5 – Jimmy, Tommy e Henry (Os Bons Companheiros) – Robert DeNiro, Joe Pesci e Ray Liotta


O trio não poderia ser desfeito. Os três são responsáveis por algumas mortes e outras tantas situações típicas de gangsters, envolvendo dinheiro, drogas, manipulação e muita briga. É violência. É jogo. É a típica vida de gangster.


4 – Tony Montana (Scarface) – Al Pacino

Implacável. Talvez essa seja a maior característica de Montana, refugiado cubano que encontrou na criminalidade a maneira de vencer na vida na América. É autor da célebre frase “say hello to my little friend” e muitas outras.

3 – Don Vito (O Poderoso Chefão) – Marlon Brandon

O imortal Marlon Brando dá vida a um espetacular personagem, cheio de nuances e com uma conduta ética e moral impecável. Ele é responsável por um fator que todo bom gangster procura para si: uma família do crime extremamente fiel e competente. Ele é ainda dono da célebre frase: “vou fazer uma oferta irrecusável para ele”. Gênio.

2 – Al Capone (Os Intocáveis) – Robert DeNiro

Como deixar de fora o maior gangster americano de todos os tempos? Se foi assim na vida real, o cinema também tinha que retratá-lo e o papel caiu perfeitamente nas mãos de um craque da atuação, Robert DeNiro. O ator doou-se de verdade ao personagem, realizando uma obra inquestionável.

1 – Michael Corleone (O Poderoso Chefão) – Al Pacino


O número 1 da lista dispensou ninguém mais ninguém menos que o próprio pai, numa clara demonstração de que realmente ele é o maior gangster do cinema. Consciente, apaixonado, determinado e eficiente, Michael apresenta uma trajetória dramática impressionante e mesmo assim ainda conseguiu comandar os Corleone de forma invejável, destruindo adversários e desafiando todo mundo.

Top 10 Fuck Songs – As melhores músicas para o momento íntimo

8, abril, 2009 admin 16 comentários

Eu já publiquei essa lista uma vez num blog de um amigo jornalista, Bruno. Mas resolvi retomar porque eu adoro listas e porque, modéstia à parte, essa é bastante interessante. Dêem pitaco. Em breve mais listas!

10. Moby – Signs of Love

Essa vale mais para um momento transcendental, mas também pode servir para as preliminares. A levada é boa e muitas vezes lembra Madonna, mas sem soar igual. Lançada originalmente no álbum “18″ (2001), mostra um Moby mais intimista. Manda bala no esquente.

09. Radiohead – Paranoid Android

Pode parecer estranho, mas essa música tem uma boa variação de cadência que pode servir perfeitamente para diversos momentos na cama. Começa mais devagar, depois sobe vertiginosamente e volta novamente à calmaria. Lançada em 2001 no álbum clássico “Ok Computer”, tem uma letra que não é muito adequada para a ocasião, mas puxa ritmos interessantes ao longo dos seus mais de 5 minutos.

08. U2 – Numb

Numb é um excelente exemplar de música fuck song para os momentos mais calmos da relação. Ela foi lançada em 93 no álbum Zooropa e é sussurrada (e não cantada) por The Edge (e não Bono). É bom porque não é tão conhecida e você não corre o risco de esquecer o está fazendo para cantarolar.

07. Portishead – Glory Box

Segue a mesma linha de “Angel”, do Massive Attack. É muito sexy, apesar do climão sombrio. Talvez o grande trunfo para essa música ter entrado na lista seja a voz inconfundivelmente lasciva de Beth Gibbons aliada á batida quebrada e ao ritmo sinuoso que contagia do início ao fim. É colocar a música que a mulher/homem ta ganha(o).

06. Cake – Mexico

Essa é bem romântica e talvez sirva perfeitamente para a hora do pós-transa. Isso, claro, serve também par fazer uma média com a garota. É bem calminha e tenho certeza que nenhuma mulher vai reclamar. Foi lançada originalmente em 1998, no disco “Prolonging the magic”.

05. White stripes – I Just Don´t Know What To Do With Myself


Aparentemente, essa música, lançada originalmente em 1962 por Tommy Hunt, não tem muito de sexy, mas bastou Jack White e Sofia Coppola para transformá-la completamente num hit “fuck song”. O clipe da música mostra Kate Moss numa perfomance de striptease de tirar o fôlego. A música, é claro, é fruto da competência de White, que dá a ela uma cadência e suingue especiais.

04. Rolling Stones – Tumbling Dice

Momento curtição. Aquela hora de se entregar de vez ao amor e apenas aproveitar o som da música para marcar o ritmo do momento. É do disco “Exile on Main Street” (1972) e, segundo Mick Jagger, é uma música sobre jogar e amar com riffs precisos do mestre Richards. Aliás, o Stones merece um top 10 fuck songs só para a banda.

03. Massive attack – Angel

O Massive Attack é uma banda genuinamente sexy, apesar de muita gente achar o som muito sombrio (e é). Mas não quer dizer muita coisa. O som é uma mistura boa de jazz, batidas quebradas e guitarras distorcidas. Tem muita lista que elege “Inertia Creeps”, mas eu ainda prefiro Angel, que tem mais nuances. Ela está em “A Passagem”, na cena que o garoto atormentado vai a uma casa de stripper. Perfeita.

02. Marvin gaye – Let´s Get It On

Talvez a única unanimidade quando o assunto é fuck songs ou músicas mais sexy de todos os tempos. Essa música tem um embalo único e serve para momentos românticos, mas também para qualquer situação amorosa. A canção é um soul primoroso. Foi lançado em 1973 pela lendária gravadora Motown. Depois de Gaye passar por um período de depressão (morte de sua amada Tammi Terell, a qual nunca foi para cama com ele), trocou os temas espirituais e sociais pela música sensual e desde lá ele é tido como rei para muitos casais. Só para polemizar eu não coloquei em primeiro lugar.

01. Led zeppelin – Since I´ve Been Loving You


Essa música é de 1970 e é um blues rock de primeira. Como todo bom blues que se preze, essa canção tem belos solos e dura mais de 7 minutos, tempo suficiente para um bom esquente e começar com tudo.

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Os melhores covers estão aqui

6, abril, 2009 admin 6 comentários

A Radio 1 de Londres é uma das rádios mais conceituadas no pop mundial. Os caras acompanham tendências, revelam grandes artistas e criam grandes programas. É o caso desse Radio 1 Live Lounge, um programa que leva ao estúdio grandes artistas para fazer covers inusitados. Tá, nem tão inusitados, mas que mostram bandas tocando músicas que raramente tocariam.

Confira alguns covers. Destaque especial para Keane tocando um mash-up de Dizzie Rascal e Queen, Amy Winehouse cantando The Zutons e Marilyn Manson se esforçando em What´s Goes Around, Comes Around, de Justin Timberlake.

Keane – Another One Bits The Dizze (cover do Queen e Dizzie Rascal)

Amy Winehouse – Valerie (cover do The Zutons)

Marilyn Manson – What´s Góes Around, Comes Around (cover de Justin Timberlake)

R.E.M. – Munich (cover do Editors)

Stereophonics – Best Of You (cover do Foo Fighters)

Dizzie Rascal – That´s Not My Name (cover do Ting Tings)

Duffy – Ready For The Floor (cover do Hot Chip)

Leona Lewis – Run (cover do Snow Patrol)

Quer mais? Acesse a lista geral dos artistas e se jogue no youtube. Tem todas as versões por lá.

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