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Não caia na armadilha do 3D convertido

25, agosto, 2010 admin 2 comentários
Filmes em 3D já se tornaram o novo fetiche da indústria cinematográfica, principalmente quando pensamos na saúde financeira dos grandes estúdios. 3D é caro, se você já foi sabe. E para gravar 3D, é mais caro?
Bem, na maioria das vezes não. É que Hollywood é bem esperta. Vários filmes estão sendo improvisados para trê dimensões, o que compromete bastante o resultado final. A conversão é feita na pós-produção, um improviso meio tosco que visa transformar a obra fílmica numa coisa que ela definitivamente não é. O que ela é, na verdade, é um engano.
Fique atento aos filmes convertidos. Por exemplo, Avatar. Você já viu algo parecido com Avatar por aí? Estou falando do ponto de vista tecnológico. Filmes convertidos, como “O Último Mestre do Ar”, “Fúria de Titãs” e “Alice” não foram originalmente concebidos par 3D e, por isso, apresentam a técnica apenas como recalque e estratégia de arrecadação. Somente isso. Alguns outros, obviamente, estão indo fundo no 3D, como Scorsese, que tá produzindo seu primeiro filme em 3D. Com certeza valerá a pena – afinal, ele é Scorsese.
Renato Silveira, do Cinematório, fez dois excelentes posts sobre o assunto. Não deixe de conferir.

Filmes em 3D já se tornaram o novo fetiche da indústria cinematográfica, principalmente quando pensamos na saúde financeira dos grandes estúdios. 3D é caro, se você já foi sabe. E para gravar 3D, é mais caro?

Bem, na maioria das vezes não. É que Hollywood é bem esperta. Vários filmes estão sendo improvisados para trê dimensões, o que compromete bastante o resultado final. A conversão é feita na pós-produção, um improviso meio tosco que visa transformar a obra fílmica numa coisa que ela definitivamente não é. O que ela é, na verdade, é um engano.

Avatar. Você já viu algo parecido com Avatar por aí? Estou falando do ponto de vista tecnológico, uma verdadeira obra-prima que foi pensada durante anos até se tornar a pérola que pudemos conferir há pouco tempo. Filmes convertidos, como “O Último Mestre do Ar”, “Fúria de Titãs” e “Alice” não foram originalmente concebidos par 3D e, por isso, apresentam a técnica apenas como recalque e estratégia de arrecadação. Somente isso. Alguns outros, obviamente, estão indo fundo no 3D, como Scorsese, que tá produzindo seu primeiro filme em 3D. Com certeza valerá a pena – afinal, ele é Scorsese.

Renato Silveira, do Cinematório, fez dois excelentes posts sobre o assunto (aqui e aqui). Não deixe de conferir.

Conheça a primeira princesa negra da Disney

3, dezembro, 2009 admin 3 comentários

Para quem estava com saudades das velhas histórias infantis e de amor da Disney, “A Princesa e o Sapo” é um prato cheio. Nas telonas a partir do dia 11 de dezembro, o filme traz de volta os encantos e magias de belas heroínas, bruxas malvadas e príncipes encantados com uma novidade: a primeira princesa negra. A animação é feita toda em 2D, quebrando um jejum de 5 anos em que a Disney, em parceria com a Pixar, só fez filmes em 3D.

A história se passa na era de ouro do jazz americano, na década de 20 em New Orleans, onde vive a jovem Tiana, confundida com uma princesa e beijada por um sapo. A confusão então é formada e o filme, que em certos momentos é mais um musical, apresenta novamente uma trama que remete aos clássicos “Bela Adormecida”, “A Bela e a Fera” e “Cinderella”.

O grande chamariz do filme é mesmo a princesa negra, primeira heroína da Disney com essas características. É verdade que o estúdio também já produziu outras histórias com personagens de raças diferentes, como Pocahontas, Jasmine (de Aladdin) e a chinesa Mulan. Mas agora a situação é outra. Mesmo depois de anunciar que não faria mais filmes com a velha tecnologia 2D (o último foi “Nem Que a Vaca Tussa”), a Disney voltou atrás e leva à frente uma trama ambientada num cenário riquíssimo culturalmente, típico da cultura americana e com uma princesa negra como protagonista. O conto de fadas moderno  remete a um resgate de um momento histórico abalado pela recente destruição de New Orleans pelo furacão Katrina e pela valorização do negro no mundo, afinal, Barak Obama é o presidente da nação.

Outras heroínas

Pocahontas (1995) – A clássica história de amor proibido encontra nesse filme a bela protagonista indígena Pocahontas, que se apaixona pelo capitão inglês John Smith. O amor é condenável e decide os rumos de uma guerra. Pocahontas tem cabelos longos, é mulata e apresenta uma leve sensualidade em seus olhos.

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Mulan (1998) – A trama é baseada na lenda chinesa da heroína Fa Mulan, jovem que vai lutar na guerra no lugar do pai doente. A história de superação e aventura traz uma protagonista longe dos padrões típicos da Disney, não é branca, tem personalidade forte e os olhos puxados.

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Jasmine (1992) – É mais uma história de amor, só que dessa vez com personagens árabes. A história é inspirada nos contos “As Mil e Uma Noites” e Jasmine é uma bela e decidida mulher com fortes traços físicos da região, muito longe dos padrões americanos de princesas, como Branca de Neve e Ariel.

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