<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Café Com Pop &#187; Resenha de disco</title>
	<atom:link href="http://www.cafecompop.com/tag/resenha-de-disco/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.cafecompop.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Mon, 06 Feb 2012 03:05:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>Discoteca #2 &#8211; Uma viagem chamada Radiohead e a volta do Cake</title>
		<link>http://www.cafecompop.com/2011/02/discoteca-2-uma-viagem-chamada-radiohead-e-a-volta-do-cake/</link>
		<comments>http://www.cafecompop.com/2011/02/discoteca-2-uma-viagem-chamada-radiohead-e-a-volta-do-cake/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 03:05:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[discoteca]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[cake]]></category>
		<category><![CDATA[radiohead]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha de disco]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecompop.com/?p=902</guid>
		<description><![CDATA[The King of Limbs (2011) por Radiohead pra quem gosta de&#8230;: experimentalismo, dustep, eletrônico, psicodelismo Já há alguns discos o Radiohead questionou a ideia de canção no mundo do rock....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter" src="http://urbanaque.com.br/wp-content/uploads/2011/02/radiohead-king-of-limbs.jpg" alt="" width="168" height="167" /></p>
<h2 style="text-align: center; ">The King of Limbs (2011) <em>por Radiohead</em></h2>
<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter size-full wp-image-64" title="nota07" src="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota07.jpg" alt="nota07" width="310" height="30" /></p>
<p style="text-align: left; "><strong><em>pra quem gosta de&#8230;: experimentalismo, dustep, eletrônico, psicodelismo</em></strong></p>
<p style="text-align: justify; ">Já há alguns discos o Radiohead questionou a ideia de canção no mundo do rock. Essa ideia de riff, começo, meio, fim, refrão, ponte etc. E vem fazendo isso com muita competência ao longo de muitos anos, afinal, alterna essa viagem musical com músicas mais palatáveis. Mas isso eles não fazem no novíssimo “The King of Limbs”, disco em que a banda se joga de vez em experimentações, mesclando o já corriqueiro coquetel de eletrônica, tribal, psicodelia e viagens transcendentais contemporâneas.</p>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">O novo trabalho veio envolto em mistério, pois a banda anunciou de supetão que iria lançar duas semanas antes do acontecido. Compreensível. Nada que vem do grupo de Thom Yorke é normal – e isso atende perfeitamente as expectativas de seus fãs. Por isso músicas como “Bloom”, “Morning MrMagpie” e “Little By Little” vão em cheio na ideia de uma parede eletrônica em loop eterno, sobreposta pela voz angustiante do líder da banda. Esse início lembra os outros dois trabalhos mais experimentais do Radiohead, “Kid A” e “Amnesiac” (principalmente). O troço fica ainda mais “visível” em “Feral”, um emaranhado instrumental de sons e ruídos. A face mais “pop” vem somente na quinta faixa (passando da metade do disco, que só tem 8 faixas), “Lotus Flower”, que conta com uma linha de baixo hipnotizante. No caminho parecido segue “Codex”, que ao invés do baixo se utiliza do piano para tocar os corações alheios.</div>
<div id="_mcePaste" style="position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden;">Como esse deve ser o disco que menos utiliza guitarra em toda carreira do Radiohead, as duas músicas restantes seguem com violão (“Give up The Ghost”) ou puxando mais para uma batida repetitiva em loop eterno (“Separator”), mas com boa melodia. São, definitivamente, músicas que levaram dias e mais dias em estúdio para serem finalizadas. Canções esculpidas com precisão cirúrgica. Porém, assim como aconteceu com “In Rainbows”, lançamento anterior do Radiohead, elas devem ganhar mais corpo (e alma) quando executadas ao vivo. Mais vigor. Mais vida. Assim é o Radiohead.</div>
<p style="text-align: justify; ">O novo trabalho veio envolto em mistério, pois a banda anunciou de supetão que iria lançar duas semanas antes do acontecido. Compreensível. Nada que vem do grupo de Thom Yorke é normal – e isso atende perfeitamente as expectativas de seus fãs. Por isso músicas como “Bloom”, “Morning MrMagpie” e “Little By Little” vão em cheio na ideia de uma parede eletrônica em loop eterno, sobreposta pela voz angustiante do líder da banda. Esse início lembra os outros dois trabalhos mais experimentais do Radiohead, “Kid A” e “Amnesiac” (principalmente). O troço fica ainda mais “visível” em “Feral”, um emaranhado instrumental de sons e ruídos. A face mais “pop” vem somente na quinta faixa (passando da metade do disco, que só tem 8 faixas), “Lotus Flower”, que conta com uma linha de baixo hipnotizante. No caminho parecido segue “Codex”, que ao invés do baixo se utiliza do piano para tocar os corações alheios.</p>
<p style="text-align: justify; ">Como esse deve ser o disco que menos utiliza guitarra em toda carreira do Radiohead, as duas músicas restantes seguem com violão (“Give up The Ghost”) ou puxando mais para uma batida repetitiva em loop eterno (“Separator”), mas com boa melodia. São, definitivamente, músicas que levaram dias e mais dias em estúdio para serem finalizadas. Canções esculpidas com precisão cirúrgica. Porém, assim como aconteceu com “In Rainbows”, lançamento anterior do Radiohead, elas devem ganhar mais corpo (e alma) quando executadas ao vivo. Mais vigor. Mais vida. Assim é o Radiohead.</p>
<p style="text-align: justify; "><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/61irqSElQKL._SL500_AA280_.jpg" alt="" width="196" height="196" /></p>
<h2 style="text-align: center; ">Showroom of Compassion (2011) <em>por Cake</em></h2>
<p style="text-align: center; "><img class="aligncenter size-full wp-image-75" title="nota08" src="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota08.jpg" alt="nota08" width="310" height="30" /></p>
<p style="text-align: left; "><strong><em>pra quem gosta de&#8230;: rock, jazz, soul, country</em></strong></p>
<p style="text-align: center; ">
<p style="text-align: justify; ">Sem lançar nada há 7 anos, o Cake começa 2011 colocando na rua seu sétimo disco de estúdio, &#8220;Showroom of Compassion&#8221;. Sem variar muito a fórmula que o consagrou no mundo alternativo, a banda também não faz feio: alia elementos de country music com rock e soul e mistura tudo isso com letras ácidas e bem elaboradas.</p>
<p style="text-align: justify; ">O novo disco é mais pop, isto é, tem mais canções assobiáveis e coesas num sentido mais radiofônico. Isso significa que a banda encontrou um balanço interessante entre suas influências mais marcantes . O que em &#8220;Fashion Nugget&#8221; era xiita (&#8220;Race Car Ya yas&#8221;, &#8220;Stickshifts and Safetybelts&#8221;), aqui aparece diluído em excelentes canções, como &#8220;Sick of You&#8221;, &#8220;Got to Move&#8221; e &#8220;Bound Away&#8221;. Óbvio, as boas letras de McCrea continuam presentes, como é o caso da divertida &#8220;Federal Funding&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify; ">Falando em John McCrea, é impossível não reconhecer o sotaque do cantor desde as primeiras notas, assim como a guitarra &#8220;metálica&#8221; de Xan McCurdy ou os metais afiados da banda. Claro, &#8220;Showroom&#8230;&#8221; não tem um hit tão forte como a releitura de &#8220;I Will Survive&#8221; ou as autorais &#8220;Never There&#8221;, &#8220;The Distance&#8221; ou &#8220;Short Skirt/Long Jacket&#8221;, mas cumpre muito bem o seu papel da volta. Esperamos no Brasil (Planeta Terra?) em 2011.</p>
<div style="text-align: justify; "><span style="color: #ffffff;">.</span></div>
<h3  class="related_post_title">Você também pode se interessar por:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.cafecompop.com/2012/01/os-melhores-discos-de-2011/" title="Os melhores discos de 2011">Os melhores discos de 2011</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2012/01/os-melhores-filmes-de-2011/" title="Os melhores filmes de 2011">Os melhores filmes de 2011</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/12/o-melhor-e-o-pior-do-mundo-pop-em-2011/" title="O melhor e o pior do mundo pop em 2011">O melhor e o pior do mundo pop em 2011</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/08/quais-discos-voce-gostaria-de-ouvir-tocados-na-integra-num-show/" title="Quais discos você gostaria de ouvir tocados na íntegra num show?">Quais discos você gostaria de ouvir tocados na íntegra num show?</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/07/as-melhores-musicas-de-2011-1%c2%ba-semestre/" title="As melhores músicas de 2011 (1º Semestre)">As melhores músicas de 2011 (1º Semestre)</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecompop.com/2011/02/discoteca-2-uma-viagem-chamada-radiohead-e-a-volta-do-cake/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Jack White em mais uma banda: The Dead Weather. Seria ele o artista da década?</title>
		<link>http://www.cafecompop.com/2009/09/jack-white-em-mais-uma-banda-the-dead-weather-seria-ele-o-artista-da-decada/</link>
		<comments>http://www.cafecompop.com/2009/09/jack-white-em-mais-uma-banda-the-dead-weather-seria-ele-o-artista-da-decada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 19:00:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha de disco]]></category>
		<category><![CDATA[2009]]></category>
		<category><![CDATA[garage]]></category>
		<category><![CDATA[hard rock]]></category>
		<category><![CDATA[jack white]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[queens of the stone age]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
		<category><![CDATA[white stripes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecompop.com/?p=381</guid>
		<description><![CDATA[Jack White é aquele tipo de artista/músico o qual a inquietação é o que lhe move. Avesso a grandes espetáculos, apresentações miraculosas e lançamentos grandiosos, White aposta sempre na força...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" src="http://i.realone.com/assets/rn/img/0/1/4/6/26666410-26666419-slarge.jpg" alt="" width="344" height="344" /></p>
<p>Jack White é aquele tipo de artista/músico o qual a inquietação é o que lhe move. Avesso a grandes espetáculos, apresentações miraculosas e lançamentos grandiosos, White aposta sempre na força da sua própria música para levar à frente suas convicções artísticas. E é nesse sentido que ele lança agora uma nova banda, <a href="http://thedeadweather.com/" target="_blank">The Dead Weather</a>, uma parceria com o guitarrista Dean Fertia (Queens Of The Stone Age), a cantora Alison Mosshart (The Kills) e o baixista Jack Lawerence (Raconteurs).</p>
<p>A tal inquietação criativa fez com que White passasse, em menos de 5 anos, por experiência em três bandas. De um início promissor e arrasador com sua White Stripes (ao lado da &#8220;irmã&#8221; Meg), o cantor e guitarrista resolveu experimentar novos ares e atacar com a Raconteurs, uma banda de voo curto, é verdade, mas que trouxe um som mais sujo e suingado ao indie mundial. Com a Dead Weather, o lance mudou um pouco de figura. O grupo é formado por outras cabeças pensantes do rock e a divisão criativa dentro da banda é visível, mas White mais uma vez resolveu inovar: no caminho inverso do &#8220;chapa&#8221; Dave Grohl, resolveu atacar agora de baterista.</p>
<p>E não é que ele tem talento? O caminho que Jack White percorreu nessa década só prova que, mesmo em momentos de lucratividade, excelência e reconhecimento, o que realmente interessa é a música. Seria muito mais fácil ancorar-se no sucesso, mas Jack conseguiu, nas mudanças de banda, mudar também um pouco seu perfil musical e ampliar seu &#8220;campo&#8221; de visão artística. Claro que &#8211; e isso é um elogio &#8211; o cara soube manter sua postura de independência e austeridade musical, muito difícil nesses tempos. Além disso, ainda foi reconhecido mundialmente como um dos melhores guitarristas de sua geração ao participar do documentário XXX ao lado de duas figuras &#8220;pouco conhecidas&#8221;: The Edge e Jimmy Page.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.rollingstone.com.br/imagens/11143/20090806112649_11143_medium.jpg" alt="" width="217" height="216" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota08.jpg"><img class="size-full wp-image-75 aligncenter" title="nota08" src="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota08.jpg" alt="nota08" width="310" height="30" /></a></p>
<p>Mas, voltando à nova banda, o novo frescor musical de Jack tem muito da mão de Fertia e Alison, dois músicos importantes da geração indie 2000. O primeiro participou durante alguns álbuns do cultuado Queens Of The Stone Age e traz para o Dead Weather sua pegada rasgada e forte, mas agora de uma maneira mais crua. Já Alison dá o tom feminino em meio a tanta testosterona, sempre cantando de forma arrasadora. O Dead Weather, em seu disco de estreia “Horehound”, consegue conjugar muito bem o peso de bandas como QOTSA e Wolfmother e o balanço típico de bandas dos anos 70.</p>
<p>Ao ouvir o disco, é impossível não comparar ao Led Zeppelin; até a bateria de White em alguns momentos, como por exemplo em “New Pony” (que também emula o suingue de Janis Joplin e, na verdade, é um cover de Bob Dylan), lembra as melhores batidas de John Boham. Porém, essa referência faz parte de uma parede musical bem montada para que Fertia consiga destilar seus riffs de maneira clara e sem nunca exagerar demais nos maneirismos do instrumento. Em “Hang You From The Heavens”, a banda se aproxima mais do rock atual, com uma sujeira beirando rock de garagem, mas sem esquecer a influência setentista. “I Cut Like a Bufalo” é um bom exemplo do que a banda é capaz: com uma pegada que mistura reggae com funk, a batida tem uma levada gostosa e psicodélica, mostrando que o grupo todo tem uma coesão impressionante. E é assim também em um dos melhores momentos do disco, “Treat me Like Your Mother”, em que Alison solta a voz, rasga-se em gritos enquanto a banda desfila riffs e batidas que vão do mais sujo ao mais clássico do rock.</p>
<p><object width="383" height="315" data="http://www.youtube.com/v/M7QSkI6My1g&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/M7QSkI6My1g&amp;feature" /></object></p>
<p>Dead Weather também caminha, em certos momentos, pelos mesmos caminhos do White Stripes ao atualizar o blues-rock clássico para a barulheira 00. São exemplos disso a agridoce “So Far From your Weapon” e “No Hassle Night”. Porém, há espaço ainda para uma balada blues bem característica, a quase sexual “Rocking Horse”, que poderia estar muito bem na metade dos filmes de Quentin Tarantino. E tem ainda espaço também para “Bone House”, um petardo com um riff digitalizado que se alinha a bandas como Yeah Yeah Yeahs ou Gossip.</p>
<p>O som geral da banda pode não parecer inovador – e não é -, mas é executado com extrema competência pelo quarteto. Mesmo gravado em apenas 3 semanas, Dead Weather mostra coesão, talento e precisão mais acentuados que muita banda velha por aí. E isso faz uma diferença tremenda.</p>
<h3  class="related_post_title">Você também pode se interessar por:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.cafecompop.com/2010/02/them-crooked-vultures-2010-de-muitas-novidades/" title="Them Crooked Vultures: 2010 de muitas novidades">Them Crooked Vultures: 2010 de muitas novidades</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/12/mallu-magalhaes-entre-a-maturidade-e-o-pop/" title="Mallu Magalhães: entre a maturidade e o pop">Mallu Magalhães: entre a maturidade e o pop</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/09/conheca-a-nova-banda-de-dave-grohl-josh-homme-e-john-paul-jones/" title="Conheça a nova banda de Dave Grohl, Josh Homme e John Paul Jones">Conheça a nova banda de Dave Grohl, Josh Homme e John Paul Jones</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/06/discoteca-5-o-balanco-tribal-do-tune-yards-e-a-irregularidade-do-yuck/" title="Discoteca #5 &#8211; O balanço tribal do Tune-Yards e a irregularidade do Yuck">Discoteca #5 &#8211; O balanço tribal do Tune-Yards e a irregularidade do Yuck</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2010/01/melhores-discos-de-2009/" title="Melhores discos de 2009">Melhores discos de 2009</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecompop.com/2009/09/jack-white-em-mais-uma-banda-the-dead-weather-seria-ele-o-artista-da-decada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>3</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju</title>
		<link>http://www.cafecompop.com/2009/05/a-nova-musica-brasileira-i-moveis-coloniais-de-acaju/</link>
		<comments>http://www.cafecompop.com/2009/05/a-nova-musica-brasileira-i-moveis-coloniais-de-acaju/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 08 May 2009 03:30:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha de disco]]></category>
		<category><![CDATA[nova música brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>
		<category><![CDATA[show]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecompop.com/?p=186</guid>
		<description><![CDATA[A tarde caía e a noite vinha chegando devagar. No Pelourinho, em Salvador, uma rua perdida no sobe-desce do local estava lotada, com uma fila que corria de um lado...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br/galerias_fotos/27.jpg" alt="" width="412" height="309" /></p>
<p style="text-align: left;">A tarde caía e a noite vinha chegando devagar. No Pelourinho, em Salvador, uma rua perdida no sobe-desce do local estava lotada, com uma fila que corria de um lado a outro. Lá dentro, em alguns instantes Vanguart, a tão aclamada banda indie brasileira (tão 2007&#8230;), entraria no palco, para depois dar lugar ao Cascadura, a cultuada banda baiana. Ambas conseguiram&#8230; Opa, vamos pular tudo isso e chegar à verdadeira vedete da noite, que roubou todos os para eles, de uma maneira extremamente egoísta: <a href="http://www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br" target="_blank">Móveis Coloniais de Acaju</a>.</p>
<p>A descrição acima poderia servir muito bem como um brevíssimo resumo do que ocorreu numa noite de sábado em novembro de 2008 em Salvador. As três bandas se reuniram para tocar para um público incrível, mas quem realmente conseguiu arrebatar a platéia de uma maneira de tirar o fôlego foi o <a href="http://www.twitter.com/moveis">Móveis</a>. E é esse grupo que vem ganhando força no cenário nacional com uma mistura tipicamente brasileira, embora o som não tenha nada de samba nem banquinho e violão. O mega-grupo de Brasília acaba de lançar um CD (“C_mpl_te”) que vem apenas confirmar uma coisa: 2009 é deles.</p>
<p>Mais do que conseguir lançar um disco de inéditas com fôlego suficiente para agradar diversos tipos de público, é também arrebatar uma legião de fãs igualmente enorme. A catarse coletiva que presenciei ano passado em Salvador é “fichinha” perto dos vídeos que rolam no youtube das apresentações da banda. É comunhão. É festa. O mega-grupo, formado por nove músicos, mistura rock, pop, samba, ska e muita levada do leste europeu. Em “C_mpl_te”, os caras conseguem ampliar ainda mais esse caldeirão e ainda aprimorar o vocal, as letras e as melodias. É uma evolução natural, que nem sempre é levada à cabo por bandas iniciantes. Mas com o Móveis é diferente.</p>
<p style="text-align: left;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 208px"><a href="http://albumvirtual.trama.uol.com.br/"><img title="C_mpl_te - Móveis Coloniais de Acaju" src="http://www.cafecompop.com/rodrigo/wp-content/uploads/2009/05/moveis_c_mpl_te.jpg" alt="C_mpl_te - Móveis Coloniais de Acaju" width="198" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na imagem para baixar gratuitamente</p></div>
<p><a href="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota091.jpg"><img class="size-full wp-image-59 aligncenter" title="nota091" src="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota091.jpg" alt="nota091" width="310" height="30" /></a></p>
<p style="text-align: left;">No atual cenário da música brasileira, como eu <a href="http://www.cafecompop.com/2009/05/caetano-veloso-quer-mudar-musica-brasileira-de-novo/" target="_blank">comentei aqui sobre Caetano Veloso</a>, o Móveis desponta como uma esperança de mudança e evolução criativa da música feita no Brasil. A mistura, quase antropofágica à lá Tropicalismo, deixa o público louco de êxtase. No disco não é diferente. A sonoridade a todo momento lembra diversas bandas e diversos estilos, porém nunca se atrapalham entre si. A mistura é feita com cuidado, para que nada saia do lugar e fique perdido; nada é à toa. A produção de Carlos Miranda, o produtor-guru gaúcho, ajuda bastante nesse sentido, dando uma unidade coerente a todo o disco. As letras continuam transitando entre Roberto Carlos e Caetano Veloso – isto é, um vasto mundo de possibilidades. E é assim em “C_mpl_te”: a música começa e você sabe mais ou menos como vai terminar, mas jamais será capaz de adivinhar o que levará ao fim.</p>
<p>Com esse disco, o Móveis não fica sendo apenas figura decorativa no cenário musical brasileiro (foi mal, o trocadilho era inevitável), e sim passa a figurar junto com outras bandas com um belo cenário de futuro para a música brasileira. Se há tempos o rock nacional não dá as cartas/caras, é a vez de bandas que juntam elementos “aleatoriamente” e criam sons particulares, bastante elogiados e que conseguem arrebatar centenas de milhares de fãs. Assim é com o Móveis, assim é com o Macaco Bong, assim é com uma dezena de outras bandas.</p>
<p><strong>Quer mais da nova música brasileira? Fique ligado que outros nomes vão pintar por aqui.</strong></p>
<h3  class="related_post_title">Você também pode se interessar por:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.cafecompop.com/2010/08/arcade-fire-lanca-show-e-disco-novo/" title="Arcade Fire lança show e disco novo">Arcade Fire lança show e disco novo</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/12/o-rock-brasileiro-acabou/" title="O rock brasileiro acabou?">O rock brasileiro acabou?</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-gomez-a-new-tide/" title="Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide">Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/12/o-melhor-e-o-pior-do-mundo-pop-em-2011/" title="O melhor e o pior do mundo pop em 2011">O melhor e o pior do mundo pop em 2011</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/05/dj-brasileiro-e-a-arte-do-remix-de-bowie-a-beatles/" title="DJ brasileiro e a arte do remix: de Bowie a Beatles">DJ brasileiro e a arte do remix: de Bowie a Beatles</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecompop.com/2009/05/a-nova-musica-brasileira-i-moveis-coloniais-de-acaju/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>9</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Caetano Veloso quer mudar a música brasileira&#8230; De novo?</title>
		<link>http://www.cafecompop.com/2009/05/caetano-veloso-quer-mudar-musica-brasileira-de-novo/</link>
		<comments>http://www.cafecompop.com/2009/05/caetano-veloso-quer-mudar-musica-brasileira-de-novo/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 06 May 2009 03:10:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha de disco]]></category>
		<category><![CDATA[banda cê]]></category>
		<category><![CDATA[caetano veloso]]></category>
		<category><![CDATA[mpb]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecompop.com/?p=182</guid>
		<description><![CDATA[Caê é vanguarda e disso ninguém pode duvidar. É verdade também que há anos o baiano figura no ostracismo da música popular brasileira, lançando músicas sem relevância e/ou álbuns ao...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 319px"><img src="http://correio24horas.globo.com/recursos/BancoImagens/%7BDDD57D58-3071-41C0-BB1A-F11898D0B556%7D_caetano2.jpg" alt="" width="309" height="206" /><p class="wp-caption-text">Caetano e a banda Cê: futuro promissor</p></div>
<p>Caê é vanguarda e disso ninguém pode duvidar. É verdade também que há anos o baiano figura no ostracismo da música popular brasileira, lançando músicas sem relevância e/ou álbuns ao vivo, quase sempre com releituras requentadas de antigos sucessos.</p>
<p>Mas ele quer mudar, a si e a música brasileira. É por isso que ele lançou, há três anos, o elogiado “Cê” e em 2009 lança no mercado fonográfico brasileiro “Zii &amp; Zie”, um disco simples e direto que reúne em ótimas músicas e pouca invencionice. Calma, Caê é um cara chato, e disso também ninguém duvida. Por esse motivo, alguns momentos do disco são meramente masturbação musical do compositor baiano, assim como ele fez em (quase) toda sua carreira. Mas não. Não é algo fora de moda. Caê está dando sinais de que novamente está na linha de frente das mudanças da música brasileira.</p>
<p>Começa pela banda. De forma enxuta, os músicos já o acompanham desde “Cê” (2006), que deu muito certo e foi mantido agora nesse novo trabalho. As novas canções são chamadas pelo próprio como “transambas”. Tá bom. Afora esse invencionismo desnecessário, os tais “transambas”dão o recado: sem os instrumentos usuais de samba (pandeiro, cavaquinho, tamborim, etc.), Caetano consegue fazer sambas de alta qualidade, aliando a ótima guitarra de Pedro Sá com os outros instrumentistas, Marcelo Callado (bateria) e Ricardo Dias Gomes (baixo). Nas letras, Caetano continua ácido, sublime e atualizado. Revela um lado bastante pessoal de temas recorrentes na contemporaneidade, além de falar de amor, paixão e outros temas já comuns à sua carreira.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin: 8px;" src="http://territorio.terra.com.br/canais/canalpop/lancamentos/albuns/3_2781_capa.jpg" alt="" width="150" height="150" />“Zii &amp; Zie” é um disco que aponta para um rumo interessante, muito longe dos ‘picolés de chuchu’ da música nacional, como Ana Carolina, Djavan, Jorge Vercilo e muitos outros. Esses três, membros de uma sociedade secreta que tem como objetivo matar a criatividade da música popular brasileira, devem se mirar no exemplo do velho Caê: com uma carreira já consolidada, o baiano teve culhão suficiente para abandonar uma zona de conforto e tentar levar à frente velhos conceitos musicais repaginados, assim como ele próprio já fez de maneira brilhante 40 anos atrás. É uma veia, uma característica importante do compositor baiano, de mudar e tentar dar novo fôlego à música feita no Brasil.</p>
<p>O que é então essa nova fase de Caetano Veloso? É um passo importante para o futuro da música brasileira, que inclusive já vem sendo dado há anos por outros artistas, mas que ganha um reforço de peso. Nomes como Los Hermanos, Nação Zumbi, Céu, Lenine, Mombojó, Curumin e tantos outros já conseguem dar uma cara mais mudada à música brasileira. A relevância desses nomes não deve ser medida na vendagem de Cds (o que é isso mesmo?), mas sim no seu alcance. E Caetano, vanguardista que é, está nessa linha. Não vai fugir. Vai entrando de mansinho para, talvez, liderar esse grupo. Fôlego? De sobra!</p>
<p><strong>Não deixe de ver</strong> – Caetano lançou seu CD num cenário inusitado. Durante quase um ano, ele compartilhou idéias, posts, comentários, letras e versões inéditas das músicas com os internautas através de seu blog, <a href="http://www.obraemprogresso.com.br/" target="_blank">Obra em Progresso</a>. Essa interação pode ser sentida nas canções do disco, que tem muito dessa relação mutante. “Zii &amp; Zie” é resultado desse link, um bom norte para outras bandas e artistas seguirem também.</p>
<p><object width="343" height="282" data="http://www.youtube.com/v/ckr8HyUG85c&amp;feature" type="application/x-shockwave-flash"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/ckr8HyUG85c&amp;feature" /></object></p>
<h3  class="related_post_title">Você também pode se interessar por:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.cafecompop.com/2012/01/os-70-anos-de-caetano-veloso-o-inquieto-vanguardista/" title="Os 70 anos de Caetano Veloso, o inquieto vanguardista">Os 70 anos de Caetano Veloso, o inquieto vanguardista</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/06/salvador-caetano-show-carioca-indie/" title="Em Salvador, Caetano faz show mais carioca e indie do que nunca">Em Salvador, Caetano faz show mais carioca e indie do que nunca</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/05/a-nova-musica-brasileira-i-moveis-coloniais-de-acaju/" title="A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju">A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-gomez-a-new-tide/" title="Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide">Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-u2-no-line-on-the-horizon/" title="Resenha de Disco: U2 &#8211; No Line On The Horizon">Resenha de Disco: U2 &#8211; No Line On The Horizon</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecompop.com/2009/05/caetano-veloso-quer-mudar-musica-brasileira-de-novo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>11</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide</title>
		<link>http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-gomez-a-new-tide/</link>
		<comments>http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-gomez-a-new-tide/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 14:46:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha de disco]]></category>
		<category><![CDATA[britrock]]></category>
		<category><![CDATA[gomez]]></category>
		<category><![CDATA[pop]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecompop.com/?p=149</guid>
		<description><![CDATA[Gomez &#8211; A New Tide Gomez lançou seu primeiro disco em 98 e foi logo comparada aos grandes daquela década, ganhando o aclamado prêmio inglês Mercury Prize, batendo Massive Attack...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://image.allmusic.com/00/amg/cov200/drm400/m426/m42680e1tkg.jpg" alt="" width="200" height="194" /></p>
<p style="text-align: center;">Gomez &#8211; A New Tide</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota08.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-75" title="nota08" src="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/03/nota08.jpg" alt="nota08" width="310" height="30" /></a></p>
<p style="text-align: left;">Gomez lançou seu primeiro disco em 98 e foi logo comparada aos grandes daquela década, ganhando o aclamado prêmio inglês Mercury Prize, batendo Massive Attack e The Verve. De lá pra cá, algumas mudanças na sonoridade da banda não tiraram a qualidade, porém deslocaram o Gomez para o lado indie da força da música britânica, relegando à obscuridade boas canções produzidas. Nesse novo álbum, o quinteto volta com um som mais encorpado e melodias fortes, mas sem perder a força do início da carreira.</p>
<p>O disco em questão é “A New Tide”, em que o Gomez apresenta 11 músicas que poderiam facilmente serem classificadas como indie pop. Como essas categorias são sempre falhas, não é raro perceber no álbum ora alguns toques de folk music e um pop ensolarado, ora um vigor mais rock n roll em seus riffs de guitarra. Essas características põem o Gomez no hall de bandas como Idlewild, Doves, Turin Brakes e até My Morning Jacket, embora aqui ou ali muita coisa seja diferente.</p>
<p>“A New Tide” já vem sendo ouvido em parte desde em fevereiro, quando a banda lançou na internet o rock de riff determinado “Airstream Driver”, que rodou a Europa e teve grande receptividade do público. Ela, aliás, é um oásis rock n roll do disco, que aposta em canções mais trabalhadas e melódicas, mas sem nunca perde a veia pop. Assim é na abertura, com “Mix”, de início quase acústico, mas que se funde ao power pop do meio para o fim. A seqüência vem mais ensolarada, com a boa e influenciada pelo folk/country “Little Pieces”, que ainda evolui para um indie pop mais concentrado em determinados momentos, e a mais fraca do disco, “If I Asked You Nicely”, que poderia muito bem estar inserida na trilha de algum Shrek (lembra muito as músicas do Smash Mouth para o filme).</p>
<p>A partir daí, “A New Tide” investe mais no folk acústico. “Lost Track” é calma e climática, com uma ótima finalização orquestrada e “Win Park Slope” é um exemplar do pop da banda, quase acústico, mas com elementos do power pop com refrão grandioso. Quando o disco está quase perdendo o ritmo e caindo devagar, a banda volta com o primeiro single já citado “Airstream Driver”, e volta às belas melodias pop, como “Natural Reaction”, uma música facilmente assobiável e que concentra boa levada de violão e um seqüência vocal admirável.</p>
<p>O Gomez não muda, e segue até o final no ritmo que alia pop com o aprofundamento melódico das grandes bandas.</p>
<p style="text-align: left;"><span style="text-decoration: underline;"><strong>Não deixe de ouvir: &#8220;Mix&#8221;, “Airstream Driver”,  “Lost Track” e “Natural Reaction”.</strong></span></p>
<p style="text-align: left;"><strong><a href="http://www.myspace.com/gomez" target="_blank">Myspace do Gomez</a></strong></p>
<h3  class="related_post_title">Você também pode se interessar por:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/05/a-nova-musica-brasileira-i-moveis-coloniais-de-acaju/" title="A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju">A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/12/o-melhor-e-o-pior-do-mundo-pop-em-2011/" title="O melhor e o pior do mundo pop em 2011">O melhor e o pior do mundo pop em 2011</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/05/dj-brasileiro-e-a-arte-do-remix-de-bowie-a-beatles/" title="DJ brasileiro e a arte do remix: de Bowie a Beatles">DJ brasileiro e a arte do remix: de Bowie a Beatles</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2010/09/arte-mov-2010-midias-moveis-e-expressoes-artisticas/" title="Arte Mov 2010: mídias móveis e expressões artísticas">Arte Mov 2010: mídias móveis e expressões artísticas</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2010/08/arcade-fire-lanca-show-e-disco-novo/" title="Arcade Fire lança show e disco novo">Arcade Fire lança show e disco novo</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-gomez-a-new-tide/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Resenha de Disco: U2 &#8211; No Line On The Horizon</title>
		<link>http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-u2-no-line-on-the-horizon/</link>
		<comments>http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-u2-no-line-on-the-horizon/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 03:28:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rodrigo Carreiro</dc:creator>
				<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[Resenha de disco]]></category>
		<category><![CDATA[u2]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cafecompop.com/?p=123</guid>
		<description><![CDATA[U2 &#8211; No Line On The Horizon Depois de um disco que não empolgou nem crítica nem público, o U2 volta com um trabalho novo depois de cinco anos. O...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter" src="http://www.letras.com.br/arquivos/fotos/capas/5/0000490,no-line-on-the-horizon.jpg" alt="" width="211" height="211" /></p>
<p style="text-align: center;">U2 &#8211; No Line On The Horizon</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/04/nota05.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-124" title="nota05" src="http://www.cafecompop.com/wp-content/uploads/2009/04/nota05.jpg" alt="nota05" width="310" height="30" /></a></p>
<p>Depois de um disco que não empolgou nem crítica nem público, o U2 volta com um trabalho novo depois de cinco anos. O disco em questão, “No Line On The Horizon”, produzido pelo velho conhecido Brian Eno em parceria com Daniel Lanois, não traz nenhuma grande novidade e parece, como <a href="http://www.metacritic.com/music/artists/u2/nolineonthehorizon" target="_blank">muitas resenhas preconizaram por aí</a>, fechar um ciclo que começou pelo “All That Can´t Leave Behind”, passou pelo “How To Dismantle An Atomic Bomb” e chega agora a um ponto que parece ser a encruzilhada para a banda.</p>
<p>Com esse novo lançamento, o U2 parece chegar a um beco sem saída. Aliás, esse deve ser o segundo ou terceiro momento em que a banda trilha esse caminho, sempre emendando discos bons e ruins a partir da década de 90. A irregularidade da banda segue também esse novo lançamento, uma vez que “No Line&#8230;” está longe dos grandes momentos voais de Bono e das belas melodias de The Edge. No entanto, o mundo não está perdido para os fãs do U2.</p>
<p>A música de abertura, homônima, e “Magnificent” conseguem trazer um bom balanço entre melodia e peso, típico da banda irlandesa. É mais um exemplar das boas canções do U2, porém a seqüência do álbum não consegue manter essa linha – o que traz bons momentos, e outros tantos pouco inspirados. O mais latente nesse álbum é que Bono não consegue criar um hit de grande envergadura, uma música capaz de emocionar uma velhinha de 80 anos ou fazer chorar uma adolescente de 15 anos. E esse talvez seja um dos grandes trunfos da carreira do U2, uma banda que consegue emocionar a todos e, além disso, criar outras tantas canções com diversos potenciais: comercial, emocional, rockeiro, meloso, etc.</p>
<p><img class="alignleft" style="margin-right: 6px; margin-left: 8px;" src="http://www.rollingstone.com.br/imagens/6862/20090113092434_6862_medium.jpg" alt="" width="222" height="222" />Em “No Line&#8230;” vemos uma banda que parece cansada de si própria, o que é evidenciado na pouca inventividade de um grande guitarrista, The Edge. Em “Moment Surrender” e “Unknown Caller”, Edge parece distante de Bono e do restante da banda, o que acaba por não criar uma dinâmica interessante. Assim é também em “Get On Your Boots On”, que parece ter um grande potencial de hit, mas esbarra num andamento quebrado demais e sem continuidade. Esse quadro muda um pouco em “Stand Up Comedy”, uma canção em que The Edge consegue criar um bom riff e a banda segura bem o restante da música, explodindo num grande refrão a lá U2, melódico e facilmente assobiável.</p>
<p>Outras músicas, como “Fez &#8211; Being Born” e “White As Snow” apenas dão um ponta de saudade do velho U2, pois a cadência delas dá sono, além de não engatar em nenhum momento. O grande momento, porém, parece ser “Breath”, esse sim um hit à altura de outros tantos que a banda produziu em seus quase 30 anos de carreira. A música tem potência e pegada de rock, mas não deixa de mostrar nuances mais melódicas. A banda escolheu, no entanto, uma péssima música para encerrar o disco, a fraca “Cedars of Lebanon”, com melodia lenta e cansativa e uma letra dos momentos mais modorrentos da carreira da banda. O que virá agora?<br />
<strong><span style="text-decoration: underline;">Não deixe de ouvir</span>: “No Line On The Horizon”, “Magnificent” e “Breath”.</strong><br />
<strong><a href="http://www.myspace.com/u2" target="_blank">Myspace do U2</a><br />
<a href="http://pitchfork.com/tv/#/episode/462-u2/1" target="_blank">Entrevista que Pitchfork fez com a banda</a></strong></p>
<h3  class="related_post_title">Você também pode se interessar por:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/05/a-nova-musica-brasileira-i-moveis-coloniais-de-acaju/" title="A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju">A nova música brasileira I &#8211; Móveis Coloniais de Acaju</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/05/caetano-veloso-quer-mudar-musica-brasileira-de-novo/" title="Caetano Veloso quer mudar a música brasileira&#8230; De novo?">Caetano Veloso quer mudar a música brasileira&#8230; De novo?</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-gomez-a-new-tide/" title="Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide">Resenha de Disco: Gomez &#8211; A New Tide</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/12/o-melhor-e-o-pior-do-mundo-pop-em-2011/" title="O melhor e o pior do mundo pop em 2011">O melhor e o pior do mundo pop em 2011</a></li><li><a href="http://www.cafecompop.com/2011/08/o-filme-da-quase-melhor-banda-do-mundo-e-o-documentario-da-maior-banda-do-mundo/" title="O filme da quase melhor banda do mundo e o documentário da maior banda do mundo">O filme da quase melhor banda do mundo e o documentário da maior banda do mundo</a></li></ul>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.cafecompop.com/2009/04/resenha-de-disco-u2-no-line-on-the-horizon/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>7</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

